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Visita Nos na Teia no Calango

No dia 16 de novembro de 2017, recebemos os participantes da imersão do Sitio Nos na Teia, Comunidade Escola de Permacultura, os alunos que estão em pleno processo de vivencia em Permacultura, junto com os anfitriões Sergio Pamplona, Monica Capareços, Bruno Lemos e Lucas foram ao Calango para conhecer o espaço e saber um pouco mais do que fazemos ali.

Em um primeiro momento fizemos uma dinâmica de observação, pedimos para que estes pudessem olhar os aspectos macros e micros do espaço, sua organização os seus desequilíbrios. O foco da dinâmica era dizer, apos 10 min de observação, o que viu e sentiu como se estivesse falando para um amigo ou um parente próximo, os relatos a baixo são uma descrição desses relatos.

Lucas

Me surpreendeu a estante de livros logo na entrada, lá tinha em destaque o livro Bolobolo que eu conheço, apesar de ter muitas coisas, estava tudo bastante organizado, havia muitas ferramentas, achei interessante que metade dos objetos eu não conhecia. Achei também interessante o espaço parecer ser bem colaborativo e todo mundo mexe em tudo e mesmo assim tem uma organização.

Heitor

Vi varias placas nas estantes, muitas coisas de solda, me parecia que faziam reaproveitamento das coisas e reciclagem, que ali aproveitavam tudo que o poderia ser aproveitado, pensei na ideia de fazer um computador mais acessível para o mundo, com materiais de baixo custo e mais acessíveis, mas no fundo todas aquelas coisas me pareciam um mundo pós apocalíptico.

Felipe

Fui em um local muito louco, lá parecia um quarto de um nerd, vi muitas coisas de eletrônica, muitos equipamentos abertos e que antes eu só tinha visto eles fechados e lá eles usam abertos e consertam. Vi muito cabo, muito fio, video game, DVD tinha até video cassete. Me pareceu um local muito interessante, onde muitas pessoas convivem, um local onde se estimula a autoresponsabilidade e a contribuição consciente, me intrigou que tinha muitos Calangos desenhados nas paredes, achei isso muito louco.

Jessica

Cara eu fui num lugar que me lembrou muito essas lojas, tipo oficina que arruma eletrônico, a quantidade de caixas, placas e de peças que tinha lá era gigante, achei até bastante organizado, vi muitas ferramentas e aparelhos. Vi que eles tem uma impressora 3D feita com peças recicladas, pensei que esse povo deve se divertir muito, porque também vi muitos joguinhos, carrinhos e muitas coisas de diversão, nesse local, tinha muito lixo eletrônico para reuso, pensei que o espaço deve ser pequeno para a quantidade de pessoas que passam por ali e que usam aquele espaço constantemente.

Monica

Fui em um local muito instigante, lotado de coisas, nesse local havia muita arte, pensei que havia ali um lado nerd muito criativo pelos desenhos que vi. Ao ver a geladeira, percebi que no espaço eles trabalham com a colaboração e contribuição consciente, mas ao abrir a geladeira percebi que pelas coisas que tinham que eles não devem se alimentar muito bem. O que eu gostei muito do local é que eles um bom aproveitamento do espaço externo e internamente, apesar de ter muita coisa, tudo estava muito bem organizado.

Jackeline

Cheguei ali naquele local e achei interessante a quantidade de modens, tinha tantos cabos, fones, uma cafeteira, uma maquina de espremer laranja, muitas coisas do passado misturadas com coisas bem atuais, comecei a me perder no tempo, vi tantos brinquedos que me remetiam ao novo, mas misturadas com o passado. Tudo ali para mim parecia muito futurista, ver drones misturados com video cassetes.

Sergio

Eu cheguei ali naquele espaço e fiquei impressionado por ver um espaço tão pequeno e tão organizado, muito setorizado, pensei na logística de como seria ele cheio e com tanta gente trabalhando junto e ao mesmo tempo. Vi um tubarão em uma caixa pendurado que parecia um brinquedo e fiquei me perguntado o que seria na verdade aquele tubarão.

Haila

Eu entrei naquele espaço e fiquei tentando me achar, me conectar e meio a tantos eletrônicos, sai procurando algo em que eu me reconhecesse, tinha muitos fios e coisas, sai explorando até que achei uma escova de dentes e me identifiquei com ela, essa foi a minha conexão com o espaço, fiquei intrigada com ofato de que enquanto falávamos algumas pessoas digitavam tudo no celular, e eu me perguntava, para que isso?

Isabelle

Quando eu cheguei ali eu pensei, esse lugar parece ser muito serio, mas ao mesmo tempo muito divertido de se trabalhar, vi um esquemático de um circuito na parede que me deixou muito intrigada, mas não entendi nada. Percebi que eles fazem contribuição consciente e isso também me chamou a atenção, pois na geladeira havia algumas recomendações. Percebi que naquele espaço eles fazem vários eventos e fiquei me perguntando como seriam esses eventos.

Ana Paula

Quando cheguei ali, logo pensei, achei o local ideal para fazer aquela radio pirata.

Bruno

Fui naquele local e sai explorando, vi vários pôsters e pequenos papéis, coisas hackers e do submundo que agente normal quase vê, muitas coisas ali representam uma cultura hacker que não está no dia a dia das pessoas, uma cultura muitas das vezes bem undergroud.

Ivonete

Fui novamente naquele local, o Calango, local que falo sempre parar algumas pessoas, lá eles recebem lixo eletronico. Assim que entrei no espaço pela primeira vez, vi que lá eles tem um orelhão muito antigo que me remete a minha infância, dai sempre me vem a mente a quantidade de lixo que produzimos em tão pouco tempo e isso me gerou um pensamento critico, por isso, por onde vou peço para as pessoas guardarem essas coisas para que eu possa levar par o Calango.

Fernanda

Ai gente, aconteceu que eu fui em um local onde eu me senti completamente ignorante, um local de hacks, tantos temas ali presentes e eu não entendia nada, logo pensei, não estou sabendo de nada disso.

Matheus

Fui em um local que eu não tinha conhecimento que existia em Brasilia, quando entrei não dava para entender bem o que era o local e nem o que era feito ali, mas me pareceu ser um local bem aberto, tinha muitos cabos, muitas placas, muitas coisas e sistemas que podem ser reutilizados, me senti em uma viagem no tempo aos anos 90. Achei muito legal a contribuição consciente, me chamou a atenção lá ser um espaço colaborativo e que foca na autoresponsabilidade de todos como forma de fazer as coisas acontecerem.

Bernardo

Cheguei naquele local estranho e fiquei me perguntando, porque havia tantos bancos de cabeleireiro tanto conteúdo eletrônico que não sei como funciona. Percebi que ali naquele espaço, tinha muita informação contida e ao olhar coisas em uma prateleira fiquei imaginado e me peguei pensando que tudo aquilo é muito inacessível para mim, pegar eletricidade e transformar em algo tão abstrato, como vira movimento? Como funciona uma TV? Os motores, motores, como Funcionam? E percebi que em tudo isso tem um conhecimento ainda muito oculto.

atividades/visitas.txt · Última modificação: 2017/11/12 12:15 por webert