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Construção da Carta de princípios do Calango

Neste texto, vamos registrando o consenso sobre quem somos, sobre o que é o Calango etc.

Como inspiração para começar, segue uma postagem do Phill em 29/07/15). Já é uma boa base para escrever uma carta de princípios:

Pra mim o Calango é muitas coisas :

1) um espaço pra trabalhar, fora da casa (tipo atelier)

2) um espaço onde podemos reunir as pessoas pra conversar, fazer um oficina ou curso

3) um comunidade de makers, hackers, pessoas capazes : – onde eu posso trocar conhecimentos e ideias – onde eu posso encontro colaboradores para varias projetos – que pode me inspirar ao concentrar e completar meus projetos que eu nunca consegui terminar :-) – que são um turma social, de amizade.

4) um sinal - tipo de “bat-signal”. podemos chamar “hack-signal”? :-) - que chamar todos as makers / hackers no cidade, fazer parte deste comunidade

5) um “farol” mostrando pra o mundo que o Brasília esta um cidade interessante no mapa da cena maker.

6) tomara … um “incubador” (informal) dos projetos que vão crescer além o espaço … – projetos empresariais (startups, produtos feito pela vakinha / crowdfunding) – projetos sociais (pra melhor educação, mostrar oportunidades e inspiração pra as jovens) – projetos “ao lado o governo” (tipo servidor guerrilha, open-data) pra melhorar o serviço do governo e responsabilidade do governo. – projetos ambientais (tipo monitoramento de meia ambiente pela as drones, ou produção de energia solar, educação ambiental) – projetos artísticas (exposições de arte interativa, novas gêneros de musica que vão surgir aqui em Brasília através nossas instrumentos novos :-)

7) Além todo isso, pra mim, o Calango e movimento maker é um “forca politica” : otimístico, colaborativo, “anti-cínico”, essencial. Isso é a politica e ética hacker, pirata, maker.

Hoje, nossas maiores problemas são ligadas de tecnologia :

- nós temos a tecnologia para fazer danos catastróficos para o ambiente - nós temos a tecnologia para consumir e desperdiçar os escassos recursos de que dependemos - petróleo, hélio, ímãs, água fresca etc. - dentro de algumas décadas - nós temos a tecnologia para construir os estados de vigilância mais repressivos na história. Onde os governos e as grandes corporações têm conhecimento de tudo o que pensamos e fazemos. - nós temos a tecnologia para “privatizar” todas as ideias e conhecimento no mundo em formatos digitais (com DRM) e ilegalizar a compartilhamento e troca de ideias livres. - nós temos economias batida pelas ondas de inovação que derruba as modelos de negocio e, algumas vezes, afogar as vidas de quem trabalhar neles. (o Uber vai derrubar as taxistas? AirBnB vai derrubar as pousadas? impressão 3D vai derrubar as fabricas?) Isso pode ser bem, mas precisamos entender o que acontecer com quem sofre estes ondas. Precisamos entender como sociedade vai adaptar. Será que vai tornar-se mais desigual?

Então … precisamos um política baseada em entendimento de tecnologia. Precisamos um cultura que entende de tecnologia. Cidadãos que entendem de tecnologia, que votam em políticos que entendem de tecnologia, e que sabe como se proteger contra os governos e corporações que querem usar tecnologia contra eles.

A final, cidadãos com a capaz e imaginação para usar tecnologia ao melhor sua própria mundo, em vez de cidadãos que são vítimas perplexos de cada nova invenção. Alfabetização em tecnologia. Isso é a grande missão dos hackers hoje. E eu acho que os Calangos faz parte deste missão.

calangohc/cartap.txt · Última modificação: 2017/11/17 13:12 por webert